O Efeito do Marketing nos Negócios
Marketing e Comunicação

O Efeito do Marketing nos Negócios

05 de outubro de 2025
15 min de leitura

Enquanto alguns empresários enxergam o marketing como um item dispensável — algo para “quando der tempo” ou “quando sobrar dinheiro” — outros o veem como o motor que impulsiona suas decisões, sua comunicação e, principalmente, seus resultados. E a diferença entre esses dois olhares é, muitas vezes, o que separa o crescimento da estagnação.

Claudecir A. de Moura

Claudecir A. de Moura

Apaixonado por marketing e comunicação. Colocou, como missão, despertar todo o potencial digital das marcas através de planos de maketing e comunicação.

O Marketing Está em Tudo

“Você vê o marketing como um gasto… ou como uma alavanca?”
Essa pergunta simples já revelou o destino de muitos negócios.

Enquanto alguns empresários enxergam o marketing como um item dispensável — algo para “quando der tempo” ou “quando sobrar dinheiro” — outros o veem como o motor que impulsiona suas decisões, sua comunicação e, principalmente, seus resultados. E a diferença entre esses dois olhares é, muitas vezes, o que separa o crescimento da estagnação.

Você já reparou que até aquele pequeno carrinho de tapioca da esquina tem uma estratégia de marketing? O cheiro sendo espalhado de propósito no final da tarde. O nome divertido pintado à mão. A promoção de “leve 3, pague 2” bem no horário de pico. Isso é marketing — talvez intuitivo, mas ainda assim marketing.

Agora pense no oposto: quantas lojas ou serviços incríveis você conheceu que simplesmente desapareceram? Não por falta de qualidade, mas por falta de percepção. Ninguém soube que existiam. Ninguém entendeu seu valor. Isso também é um efeito direto da ausência de marketing.

Segundo o Sebrae, uma das maiores causas de mortalidade precoce entre micro e pequenas empresas no Brasil é a falta de planejamento e de comunicação com o mercado. Em outras palavras: falta de marketing.

Neste artigo, você vai descobrir que o marketing vai muito além de fazer postagens nas redes sociais ou imprimir panfletos. Ele pode (e deve) ser um aliado estratégico do seu negócio, atuando como um filtro de consciência, direção, organização e controle — três pilares fundamentais para qualquer negócio se manter vivo e saudável.

Se você deseja mais clareza nas decisões, mais coerência na sua marca e mais consistência nos resultados, o marketing pode ser o elo que faltava.

Vamos mergulhar nisso?


01. O Que É o Marketing Além da Propaganda?

Quando ouvimos a palavra marketing, é comum pensar logo em propaganda: posts nas redes sociais, anúncios pagos ou aquele panfleto colorido entregue na rua. Mas isso é apenas a ponta do iceberg.

Marketing não é só o que aparece — é o que sustenta.
Ele começa muito antes da divulgação e vai muito além do “vamos vender mais”.

Marketing é leitura de mercado: entender o comportamento do seu público, identificar oportunidades, captar sinais do que está mudando e antecipar tendências. É o que faz um pequeno ateliê de roupas perceber que seu público está buscando peças mais sustentáveis, ou um restaurante adaptar o cardápio para incluir opções veganas ao notar o aumento da demanda.

Marketing é posicionamento: é a forma como sua marca se apresenta e se diferencia. Não se trata só de um logotipo bonito, mas de ocupar um espaço claro na mente das pessoas. A marca Omo, por exemplo, vende sabão em pó, mas seu posicionamento vai além disso — ela se associa à ideia de liberdade para sujar, de permitir que as crianças explorem o mundo. Isso é marketing em ação, criando valor emocional e simbólico.

Marketing é comunicação com propósito: é saber o que dizer, para quem dizer e como dizer. Não basta estar nas redes sociais — é preciso saber por que você está ali e qual mensagem deseja transmitir. Um erro comum de muitos negócios é sair postando sem um plano, copiando tendências que não conversam com a essência da marca. Resultado? Um conteúdo raso que não gera conexão nem resultado.

Marketing é uma estratégia contínua de conexão e valor: não é uma campanha isolada, mas um processo. A Apple, por exemplo, não vende apenas tecnologia — ela vende estilo de vida, pertencimento, inovação. Isso é cultivado em todos os níveis da empresa, do design dos produtos à forma como os vendedores se comportam nas lojas.

Marketing como aliado da Clareza, Direção, Organização e Controle

Quando tratado com seriedade, o marketing se transforma em um aliado de gestão:

Clareza: ao entender o mercado e o público, o empreendedor ganha clareza sobre o que oferecer, como se comunicar e qual caminho seguir.

Direção: com metas e objetivos bem definidos, o marketing orienta os passos estratégicos do negócio, evitando ações aleatórias.

Organização: com um plano bem estruturado (como um calendário editorial ou um funil de vendas), o marketing se torna previsível e eficiente.

Controle: com indicadores claros (alcance, engajamento, taxa de conversão, retorno sobre investimento), é possível medir resultados e ajustar rotas com inteligência.

Os Três Ambientes do Marketing

Para facilitar esse entendimento, gosto de dividir o marketing em três ambientes, cada um com uma função específica no negócio:

01. Estratégico: onde decidimos o posicionamento, o público-alvo, a proposta de valor, os canais e o tom da marca. Exemplo: definir se sua empresa será reconhecida pelo preço baixo, pela exclusividade ou pela experiência.

02. Tático: onde planejamos ações concretas com base na estratégia. Exemplo: um plano de lançamentos, campanhas sazonais ou parcerias com influenciadores.

03. Operacional: onde executamos o plano no dia a dia. Exemplo: criar artes, escrever legendas, programar postagens, responder comentários, analisar métricas.

Esses três ambientes precisam estar conectados. Muitas empresas falham porque vivem apenas no operacional — postando todos os dias sem estratégia — ou ficam presas no estratégico sem colocar nada em prática. O equilíbrio entre pensar, planejar e agir é o que transforma o marketing em um verdadeiro braço direito da gestão.

Em resumo: marketing não é um setor à parte, nem um gasto a ser cortado quando as vendas caem. É um sistema vivo, que pulsa no coração do negócio. Ele traz clareza, direção, organização e controle — e quando bem estruturado, torna-se uma vantagem competitiva que poucos conseguem copiar.


02. Marketing como Guia: Trazendo Direção ao Negócio

Se você já se sentiu perdido em meio a tantas ideias, opções de redes sociais, tipos de conteúdo, ou mesmo sem saber se está falando com o público certo, este trecho é pra você.
Marketing é o GPS do negócio.

Ele responde perguntas fundamentais que muitos empreendedores ignoram:

  • Para quem estou vendendo?

  • Como devo me comunicar com esse público?

  • Onde meu público está?

  • Por que ele escolheria minha marca em vez da concorrência?

Empreendedores que não respondem a essas perguntas geralmente andam em círculos. Gastam energia demais, tempo demais e dinheiro demais — com pouco retorno.

Vamos a um exemplo prático.
Imagine uma confeitaria que vende bolos artesanais de alto padrão. Ela começa anunciando seus produtos com foco em preço, oferecendo promoções do tipo “compre 2, leve 3”. Parece bom, certo? Mas logo ela percebe que está atraindo um público que busca economia — e não está disposto a pagar pelo cuidado, pelos ingredientes nobres, nem pelo acabamento impecável que a marca oferece.
Resultado: margens apertadas, clientes desajustados e um posicionamento confuso.

Tudo isso por não ter clareza da direção.

A importância de um plano de marketing

O plano de marketing é onde essas decisões ganham forma. Ele organiza o que você sabe sobre o seu mercado, seus concorrentes, seus diferenciais e — principalmente — sobre quem é seu cliente ideal.

Ele serve como um mapa estratégico para você tomar decisões mais seguras e com menos improviso.

Com um plano bem feito, você deixa de agir no impulso e começa a fazer escolhas intencionais:

  • Em vez de “postar qualquer coisa”, você posta com propósito.

  • Em vez de “tentar vender para todo mundo”, você foca em quem realmente valoriza o que você faz.

  • Em vez de “copiar o concorrente”, você constrói sua própria narrativa.

Veja o caso da Natura, por exemplo. A marca já foi criticada por não competir no preço com produtos importados, mas se manteve firme em sua proposta de valor: beleza com sustentabilidade. Hoje, ela é uma das empresas brasileiras mais reconhecidas mundialmente por seu posicionamento. Isso é direção.

Decisões ruins nascem da falta de marketing como guia

É comum ver empresas que:

  • Investem em redes sociais onde o público não está.

  • Criam promoções que atraem o público errado.

  • Tentam ser tudo para todos — e acabam não sendo nada para ninguém.

  • Mudam o visual da marca sem entender o que isso comunica.

  • Compram cursos e ferramentas sem saber como aplicar.

Tudo isso acontece por falta de um norte claro. E é aqui que o marketing mostra sua força: como uma ferramenta de consciência e direcionamento estratégico, capaz de alinhar todas as ações da empresa — da produção ao atendimento, do conteúdo à precificação — com a essência do negócio.

Conclusão deste tópico:
Negócios sem direção viram projetos malucos cheios de esforço e pouco resultado. Marketing bem aplicado é como um farol: mostra o caminho, ilumina as possibilidades e evita que você encalhe nas pedras da improvisação.


03. Marketing como Sistema: Gerando Organização

Muitos empreendedores sentem que estão sempre “apagando incêndios”, correndo atrás das redes sociais, sem tempo para planejar, revisar ou evoluir. O marketing, quando tratado como um sistema — e não apenas como uma tarefa — transforma esse caos em ordem.

Marketing organizado é marketing sustentável.

A organização não é sinônimo de rigidez, mas sim de inteligência em processos. E o marketing moderno se apoia em três pilares essenciais para isso:

01. Gestão de canais

Cada canal tem um propósito, um público e um tipo de linguagem. Quando você escolhe com clareza onde estar e com que foco, tudo muda.

  • O Instagram, por exemplo, pode ser um canal de inspiração e relacionamento com a marca.

  • O WhatsApp, uma ponte de atendimento direto e vendas consultivas.

  • O e-mail marketing, uma ferramenta de nutrição e fidelização.

Sem gestão, você se vê tentando fazer “de tudo, em todo lugar” — e acaba exausto. Com gestão, você entende o que postar, onde postar e por que postar.

Exemplo real:
Uma loja de semijoias local decidiu investir em marketing digital. No início, fazia postagens aleatórias no Instagram e respondia clientes apenas no inbox. Ao organizar seus canais, criou uma estratégia por função:

  • Instagram para inspiração e prova social.

  • WhatsApp Business com catálogo atualizado e respostas automáticas.

  • Canal no Telegram com ofertas exclusivas para clientes fiéis.
    Resultado? Ganhou foco, aumentou a taxa de conversão e reduziu o número de mensagens repetidas.

02. Calendário de conteúdo

O marketing precisa de ritmo.
Um calendário editorial, por exemplo, evita que você poste só quando dá tempo (ou quando bate o desespero). Ele organiza os temas, datas, formatos e responsáveis, criando uma rotina estratégica de presença.

Você passa a trabalhar com campanhas sazonais, datas importantes do mercado, lançamentos planejados. Isso tira o improviso do centro das decisões e coloca o conteúdo a serviço dos objetivos da marca.

Dica prática:
Um bom calendário considera três tipos de conteúdo:

  • Conteúdo de valor: educação, inspiração, dicas.

  • Conteúdo institucional: quem somos, bastidores, missão.

  • Conteúdo de conversão: ofertas, chamadas para ação, provas sociais.

03. Segmentação de públicos

Nem todo mundo que te segue está no mesmo momento.
Alguns ainda estão descobrindo sua marca. Outros já compraram e querem mais. E há quem precise de um empurrãozinho para tomar a decisão.

A segmentação é o que permite falar com a pessoa certa, da maneira certa, no momento certo.

Você pode segmentar por comportamento (quem clicou em algo), por interesse (quem baixou um material específico), ou por perfil (idade, localização, histórico de compra). Ferramentas como e-mail marketing, tráfego pago e até automações no WhatsApp tornam isso possível mesmo em negócios pequenos.

Case inspirador:
Uma pequena escola de música usou segmentação para transformar seus leads em alunos. Separou os interessados por tipo de instrumento e nível de experiência. Resultado: em vez de disparar um mesmo anúncio para todos, passou a enviar vídeos específicos, como “Primeiros acordes no violão” ou “Como tirar sua primeira música no teclado”. A conversão dobrou em 3 semanas.

O resultado: ritmo e previsibilidade

Com esses três pilares funcionando, o marketing deixa de ser um fardo improvisado e passa a ser um sistema previsível, que:

  • Gera resultados consistentes.

  • Economiza tempo.

  • Permite ajustes baseados em dados.

  • Organiza a rotina da equipe.

  • Cria uma presença sólida no mercado.

Conclusão deste tópico:
Negócios que querem crescer de forma saudável precisam de marketing com método. Ao tratar o marketing como um sistema — e não como um esforço aleatório — você ganha ritmo, consistência e tempo para se dedicar ao que realmente importa: criar valor.


04. Marketing como Métrica: Facilitando o Controle

Se direção é saber onde ir, e organização é caminhar com método, o controle é o que garante que você está no caminho certo — e sabe como corrigir a rota se preciso.

Aqui está um dos maiores segredos que poucos empreendedores percebem:
O marketing é o setor mais mensurável de um negócio.

Em tempos de dados abundantes, os “achismos” ficaram perigosos. É possível (e necessário) medir praticamente tudo:

  • Quantas pessoas viram seu conteúdo.

  • Quantas clicaram no seu link.

  • Quantas responderam ao seu anúncio.

  • Quantas compraram — e por quê.

Indicadores que mostram a saúde da sua estratégia

Você não precisa de uma equipe de analistas para entender o básico. Alguns indicadores simples já podem mudar completamente sua forma de enxergar o marketing:

  • Alcance: quantas pessoas foram expostas à sua mensagem.

  • Engajamento: quantas interagiram (curtidas, comentários, compartilhamentos).

  • CTR (Taxa de Cliques): quantas clicaram em um link específico.

  • Conversão: quantas realizaram a ação que você queria (comprar, agendar, baixar).

  • Custo por Resultado: quanto você pagou por cada ação atingida em campanhas.

Essas métricas transformam o marketing em um painel de controle inteligente. E, quando você aprende a ler esses dados, começa a fazer algo que muda o jogo: ajustar com consciência.

Exemplo real:
Um microempreendedor vendia cursos de marcenaria e fazia anúncios genéricos com imagens bonitas de móveis prontos. Ao analisar os dados, viu que os vídeos com “passo a passo de montagem” geravam o dobro de cliques e o triplo de conversões. A partir desse dado simples, ele refez toda a estratégia criativa dos anúncios. Resultado? O ROI (Retorno Sobre Investimento) subiu 160%.

Tomada de decisão baseada em dados

Empresas que crescem com consistência não decidem no “feeling” — elas decidem com base em indicadores.

Isso não significa perder a intuição ou a criatividade, mas sim usar a lógica para validar suas apostas. É como afinar um instrumento musical: você não muda o som com força, mas com precisão.

No marketing, o mesmo se aplica:

  • Se algo deu certo, entenda o porquê.

  • Se algo deu errado, veja onde perdeu a força.

Esse processo constante de medir, analisar e ajustar é o que diferencia um negócio que “tenta de tudo” de um negócio que cresce com inteligência.

Case inspirador:
Uma pequena clínica de estética percebia queda nos agendamentos, mesmo com aumento nos seguidores. Ao investigar os dados, descobriu que as postagens de “antes e depois” tinham grande alcance, mas as chamadas para ação estavam confusas. Ao testar diferentes frases de CTA (como “Clique aqui para agendar sua avaliação”), a conversão voltou a subir. O marketing deu o diagnóstico — e a solução.

Marketing é controle com consciência

Quando você mede, analisa e interpreta, você não só controla os resultados — você passa a dominar a dinâmica do seu negócio.

Você sabe o que está funcionando, onde está perdendo dinheiro, e onde estão as oportunidades escondidas. Esse é o poder de tratar o marketing como métrica: você ganha clareza, poder de ajuste e autonomia para crescer.

Conclusão deste tópico:
Negócios sem controle se tornam reféns da sorte. Mas quando o marketing entra em cena com seus dados, gráficos e indicadores, você transforma intuição em estratégia, e tentativa em direção.
Você passa a decidir com confiança — e colher com constância.


06. Marketing é Mente e Músculo

Se existe uma verdade que todo empreendedor precisa ouvir, é esta:

Marketing não é só imagem. Marketing é inteligência aplicada.
É mente — porque envolve estratégia, análise, posicionamento.
É músculo — porque coloca tudo isso em movimento com consistência.

Muitos ainda tratam o marketing como algo “bonitinho” ou “opcional”, um gasto com posts, logos ou panfletos. Mas a realidade é outra:
Negócio que não leva marketing a sério, administra no escuro.
Sem clareza de público, sem direção de marca, sem organização de processos, sem controle sobre os números.

E o resultado?
Decisões reativas, desperdício de energia e oportunidades que escorrem pelos dedos.

Por outro lado, quando o marketing entra na rotina como aliado estratégico, ele traz exatamente aquilo que negócios saudáveis precisam:

  • Clareza: sobre quem você é e para quem está falando.

  • Direção: para onde o negócio está indo — e por quê.

  • Organização: processos claros, fluxos definidos e ações conectadas.

  • Controle: dados que orientam, previnem e impulsionam decisões.

Uma provocação final:
Você tem um negócio… ou apenas um produto à venda?

Quem tem só um produto tenta empurrá-lo de qualquer jeito.
Quem tem um negócio com visão, trata o marketing como parte do coração da operação.

Esta é apenas a primeira etapa da nossa série Marketing e Negócios: Consciência em Movimento.
Nos próximos artigos, vamos aprofundar ainda mais os temas que transformam marketing em um sistema vivo dentro da sua empresa:

  • Como construir sua estratégia de posicionamento.

  • Como planejar conteúdo que conecta e converte.

  • Como alinhar marketing ao seu estilo de liderança.

  • E muito mais.

Revisite sua relação com o marketing. Ele pode ser o parceiro que você precisava para sair da sobrevivência e entrar no crescimento.


Marketing com Consciência e Responsabilidade

Se você chegou até aqui, já deu um passo importante: tomar consciência do papel estratégico do marketing nos negócios.

Agora, o próximo passo é aplicar esse conhecimento de forma séria, ética e responsável dentro da sua empresa — seja ela pequena, em crescimento ou já consolidada.

Por onde começar?
Tudo começa com uma conversa. Uma troca de ideias que pode abrir caminhos e revelar possibilidades.

A partir daí, você pode contar comigo para:

  • Sessões de marketing personalizadas

  • Consultorias estratégicas

  • Materiais e ferramentas práticas

  • Cursos e treinamentos para sua equipe

  • Estruturação completa do seu plano de marketing

Se o seu negócio merece mais clareza, direção, organização e controle, estou aqui para caminhar com você nessa jornada.

Vamos conversar?
Seu marketing pode — e deve — trabalhar a favor daquilo que você acredita e constrói todos os dias.

Claudecir A. de Moura – Estrategista de Marketing e Comunicação.

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Se você quer implementar essas estratégias no seu negócio, posso ajudar. Vamos conversar sobre como acelerar seus resultados.

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O primeiro passo para criar boas estratégias de marketing e comunicação é entender o que esta acontecendo com o seu negócio. Podemos fazer isso através de análise e estudos. Vamos conversar?

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